quarta-feira, 10 de julho de 2013

Fecha parênteses

Como era de se esperar, termina por aqui a rápida - mas intensa - participação acadêmica no Multicromática. Eu adoro estudar Comunicação Social - Jornalismo; ter aberto um espaço para ele aqui no meu blog foi, logo, uma honra.
Gostaria de agradecer ao colega Henrique Bettiato Zattera, que me aguentou nas aulas e durante a produção dos textos em dupla. Obrigada por não me deixar "viajar" demais. E desculpa a minha instabilidade emocional dos últimos dias. Modéstia à parte, nós arrasamos! ;)
Também agradeço a professora Valneide Luciane Aspiroz, da disciplina de Língua Portuguesa - CS II 2013/02, por ter me proporcionado muitas oportunidades para crescer e aprender ao longo do semestre. Com toda a certeza, a disciplina me marcou de um jeito todo especial. Mesmo que, por algumas vezes, de modo amedrontador. Afinal, falar sozinha na frente de mais de 40 pessoas não é tarefa fácil. Mas são os desafios que dão graça à vida.
Obrigada também à Universidade de Caxias do Sul, por me proporcionar experiências inesquecíveis e aprendizados para a vida.
E que venham mais alegrias, sempre mais!

terça-feira, 9 de julho de 2013

Portal Frispit

      Já que estamos falando sobre o universo acadêmico que envolve os cursos da área de comunicação social, nada melhor do que inserir neste breve espaço aqui disponibilizado para ele o amado e idolatrado Frispit, o Portal do Centro de Ciências da Comunicação da UCS. O portal é dividido em três partes: online, WEB TV e WEB Rádio. Os estagiários, alunos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Fotografia, são os responsáveis por todo o conteúdo que vai ao ar no portal. É claro que contamos com a supervisão de professores e técnicos, os quais estão sempre atentos para que tudo dê (mais que) certo. 
       A galera do jornalismo fica com a parte de escrever as matérias, assim como desenvolver e colocar em prática toda a programação da Frispit Rádio, sem esquecer do pessoal que faz bonito na Frispit TV. Para ouvir a rádio e a sua programação ao vivo, é só clicar no play e para assistir aos programas da TV é só acessar o canal FrispitWebTV no Youtube. Já os acadêmicos da área da publicidade ficam com a parte de arte, design gráfico e a identidade visual do portal. E, modéstia à parte, eles arrasam. O pessoal das câmeras Nikon e Canon são os fotógrafos estagiários oficiais e também dão um show. E como o pessoal da comunicação adora um evento bem organizado, essa parte fica com os estudantes de Relações Públicas.
       Nosso foco é o que está acontecendo na UCS e na cidade de Caxias do Sul, também dando espaço a toda a região da Serra Gaúcha. Eventos acadêmicos, culturais, políticos e o que julgamos interessar e importar a nós e aos nossos leitores, espectadores e ouvintes faz parte do nosso script. O Frispit Portal é um portal amador, afinal é feito por estudantes, mas com cara de profissional. Esse "detalhe" é bastante enfatizado pelos professores e técnicos que nos acompanham. Os alunos, e eu como estagiária da Frispit Rádio estou incluída nisso, dão o seu melhor para tornar o Frispit Portal cada vez melhor. 
      E, como não poderia deixar de ser, estamos em todas as redes sociais. Curta a nossa fanpage Frispit Portal,  para ficar por dentro de todas as novidades e também siga a nossa arrobinha @FrispitPortal. Sem esquecer do nosso e-mail portal@frispit.com.br que está sempre esperando a participação e a contribuição de vocês. Enjoy! Porque aqui o discurso é livre! ;)

Fonte: Google

domingo, 7 de julho de 2013

O hoje que será amanhã?

      Na última quarta-feira, dia 03 de julho, a banda Detonautas divulgou no YouTube o videoclipe da música "Quem é você?". A canção foi composta em 2012, mas é muito coerente com o atual momento do Brasil, em que milhares de pessoas têm ido às ruas para protestar. "Enquanto isso, numa casa abastada, uma família reunida assiste TV e fala mal de quem tá na rua enfrentando e dando a cara pra lutar contra a situação", diz um trecho da música. 
      A letra de "Quem é você?" toca em vários pontos mencionados pelos manifestantes do país. Estão em pauta na canção a desigualdade social, a guerra entre os traficantes com a polícia, as drogas lícitas e ilícitas, o excesso de impostos e a situação dos aposentados, entre outros temas. No final, Tico Santa Cruz e cia aparecem em Brasília, em frente ao congresso, segurando um cartaz que pergunta "Quem é você?".

Trecho: Enquanto isso numa casa confortável/ Uma família abastada reunida assiste televisão/ E praguejando fala mal de quem/ Esta na rua dando a cara pra lutar contra a situação!


Fonte: http://multishow.globo.com/musica/noticias/detonautas-lanca-clipe-para--quem-e-voce-/

sábado, 6 de julho de 2013

O ontem que ainda é hoje?

       A música Cálice, lançada por Chico Buarque em 1973, faz alusão a oração de Jesus Cristo dirigida a Deus no Jardim do Getsêmane: “Pai, afasta de mim este cálice”. Para quem lutava pela democracia, o silêncio também era uma forma de morte. Para os ditadores, a morte era uma forma de silêncio. A partir disso nasceu a ideia de Chico Buarque: explorar a sonoridade e o duplo sentido das palavras “cálice” e “cale-se” para criticar o regime instaurado. A canção foi escrita por Chico Buarque e Gilberto Gil. A interpretação contou com a participação de Milton Nascimento. Um clássico extremamente atual.

Trecho: De muito gorda a porca já não anda (Cálice!) / De muito usada a faca já não corta / Como é difícil, Pai, abrir a porta (Cálice!) / Essa palavra presa na garganta


sexta-feira, 5 de julho de 2013

O som ao redor - As revoltas de junho e os ventos conservadores no caminho de Dilma

Por Fernando de Barros e Silva

     A popularidade de Dilma Rousseff está em declínio. Ouvidas em retrospecto, as vaias dirigidas à presidente na tarde de 15 de junho, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, soam quase como um hino de abertura, uma espécie de trilha sonora para as revoltas que já então ganhavam força pelo país.
       Àquela altura, ainda não estava clara a conexão entre o protesto ruidoso da elite branca que chegou a pagar 300 reais para ver o Brasil derrotar o Japão e a onda de insatisfação que se espraiava pelas cidades, tendo como epicentro a atuação do Movimento Passe Livre em São Paulo – tudo por causa de 20 centavos.
       Quarenta e oito horas depois que Joseph Blatter cobrou, em portunhol canhestro, “respecto e fair play” das arquibancadas na capital, foi como se a vaia ecoasse pelos quatro cantos do país: mais de 250 mil pessoas saíram de casa para protestar. Todos os políticos acordaram menores do que tinham ido dormir na véspera, mas quem entrava no olho do furacão com a nacionalização da revolta era a presidente da República. Não foi bem Dilma, “a presidenta”, quem passou ao centro do tiro ao alvo, mas a chefe do Executivo, a figura que encarna o poder e está à frente do sistema político contra o qual as pessoas decidiram investir.
       Surgiram, então, o clamor antipartidário, o fervor nacionalista, o pessoal do “gigante que acordou” e que é “brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”, sem ou com violência. Todos durante algum tempo misturados e protegidos sob o guarda-chuva aberto pelo MPL.

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Fonte: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-82/chegada/o-som-ao-redor

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Maria vai, cada vez mais, com as outras

        Nunca o ser humano viveu tão rodeado de informações e, inevitavelmente, de diferentes opiniões como na contemporaneidade. As últimas lotam as atualizações das redes sociais – ferramentas essenciais para esse “boom opinativo”. Somos expostos a incontáveis “eu acho” ao longo de um só dia. São tantos posts que, muitas vezes de forma inconsciente, acabamos perdendo o controle sobre nossa própria opinião. Mas será mesmo que somos seres tão vulneráveis?
O Homo sapiens nasceu para viver em sociedade e isso implica em desejar – e até mesmo lutar – pela sua aceitação e interação social. Necessitamos do calor e da segurança do grupo para relaxarmos e vivermos em paz. É fato, também, que, em geral, não lidamos bem com a pressão. É necessária muita força de vontade e crença nos próprios ideais para não sucumbir ao primeiro ultimato. Dotados de pouca paciência – virtude em extinção – deixamo-nos levar pelos pereceres alheios com uma facilidade muito maior do que imaginamos.
Por outro lado, há o paradoxo de que jamais houve tantos meios para expressarmos aquilo que sentimos e pensamos, ou seja, mostrarmos nossa individualidade. Em momento algum, apenas 140 caracteres significaram – e repercutiram – tanto. Somos livres para dizermos o que bem entendermos, porém criticamos os demais que agem da mesma maneira. A verdade é que estamos perdidos em meio ao turbilhão de novidades – e seus prováveis julgamentos – a que somos ininterruptamente submetidos. Nossas opiniões, e futuras ações, são, muitas vezes, vítimas desse emaranhado de críticas, sendo elas consistentes ou não. 
Escolher um culpado para esse caos de colocações, fator que nos faz confundir qualidades e defeitos, não é o caminho mais correto e benéfico a seguir. Uma vez “respirando” tecnologia, não podemos fugir de tal cenário. A “solução” para, talvez, regressarmos ao nosso eu, onde está guardada a nossa essência, é o autoconhecimento. Livrar-se da inquietação exterior para embarcar nas aventuras interiores. São elas que nos fazem perceber o que gostamos ou não gostamos. Olhar para dentro sempre foi a melhor maneira de enxergar o mundo lá fora.
Fonte: Google

*Este artigo de opinião foi realizado como uma atividade de avaliação na disciplina Língua Portuguesa - CS II 2013/02, ministrada pela professora Valneide Luciane Aspiroz. A matéria integra o currículo do curso de Comunicação Social - Jornalismo, da Universidade de Caxias do Sul.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A Extinção do Silêncio

      Viver em uma grande metrópole é o desafio do momento. A poluição sonora é uma companheira inseparável de todos que estão inseridos nesta loucura conhecida como contemporaneidade. E o silêncio, onde está?
Um apartamento na cidade de São Paulo foi cenário para um crime, onde a causadora era, justamente, a busca pelo silêncio. Segundo informações da Guarda Municipal de Santana de Parnaíba, município da Grande SP, Vicente D'Alessio Neto, 60 anos, matou o casal de vizinhos, Fábio de Rezende Rubim e Miriam Anstalden Baida, por ter se irritado com o excesso de barulho vindo do apartamento superior.
O fato ocorreu quando o idoso que assistia TV se incomodou com o volume da discussão no apartamento vizinho. Buscando tirar satisfações, dirigiu-se ao andar de cima, portando uma arma. Assim que Fábio abriu a porta, Vicente deferiu os primeiros tiros contra o homem. Miriam, que vinha do quarto da filha, foi a segunda vítima dos disparos. O casal morreu na hora e o idoso se suicidou no elevador. 
Percebe-se que o ser humano necessita de silêncio para uma homeostase psíquica. Uma das formas para alcançar esse equilíbrio emocional, tão importante nesse cotidiano estressante, é a meditação. Essa prática budista é um ótimo auxílio para alcançar a quietude. Praticantes da yoga também relatam que essa atividade, baseada no silêncio e na introspecção, proporciona benefícios relevantes.
Com o intuito de chamar a atenção da população para a importância do silêncio – e de suas reflexões – comemora-se no dia 07 de maio o Dia do Silêncio. Em tempos onde o limiar auditivo é atingido diariamente, é vital ter momentos de silêncio para que o sujeito tenha uma convivência saudável consigo mesmo e com a sociedade. Shhh...

Fonte: Google

*Este relato de fatos foi realizado juntamente com Henrique Bettiato Zattera como uma atividade acadêmica na disciplina Língua Portuguesa - CS II 2013/02, ministrada pela professora Valneide Luciane Aspiroz. A matéria integra o currículo do curso de Comunicação Social - Jornalismo, da Universidade de Caxias do Sul.